COMO GERIR RISCO DE UMA CARTEIRA?

PORTFÓLIO E GESTÃO DE PATRIMÔNIO

COMO GERIR RISCO DE UMA CARTEIRA?

COMO DIMINUIR O RISCO DA SUA CARTEIRA ADICIONANDO MAIS RISCO A ELA!

Será que é mesmo possível diminuir o risco da carteira inteira, adicionando um ativo mais arriscado, ou de alto risco?

Fica comigo nesse vídeo que eu te explico!

VINHETA

Esse é um conteúdo um pouquinho mais avançado.

Esse tipo de matéria vem direto dos conteúdos exigidos nos certificados mais casca grossa do mercado financeiro, como o CGA e o CFA, por exemplo.

Nesse vídeo eu vou tentar simplificar pra vocês e mostrar como é importante ter profissionais bons do seu lado!

Vamos lá!

Aos conceitos:

O primeiro conceito que eu preciso dar uma revisada é o conceito de risco, de uma maneira geral pode ser entendido como o quanto um ativo varia de preço num determinado período, tanto pra cima, quanto pra baixo.

Um ativo de alto risco, não significa que ele tem chances altas de cair ou dar prejuízo.

Um ativo de alto risco significa que ele oscila muito, pra cima e pra baixo.

Ele pode subir 30% e cair 30%, não significa, necessariamente, que ele tem mais chances de cair 30%.

Portanto o risco de um ativo ou de uma carteira, é dado, na matemática financeira, pelo desvio padrão dos ativos.

Que é uma medida que diz quão longe da média esses ativos costumam oscilar.

Pegou ai?

Outro conceito muito importante para entender é o de correlação.

A correlação aparece para explicar, historicamente, quanto que dois ativos são parecidos.

A correlação vai de 1 até -1, sendo 1 quando os ativos são identicos, ou seja, eles fazem exatamente o mesmo movimento: Quando um sobe, o outro também sobe, quando um cai, o outro também cai.

Uma correlação de zero significa que os ativos são completamente alheios uns aos outros.

Eles podem subir juntos, cair juntos, ou fazer qualquer outro movimento, pois eles não tem nenhuma correlação.

Quando a correlação é -1, significa que os ativos são o oposto um do outro, como um espelho invertido. Se um ativo sobe, o outro desce, se um cai, o outro sobe.

Essa relação sai de uma analise feita durante toda a história dos ativos.

Pra fazer isso, pegamos os dados históricos dos preços dos ativos em bolsa, pode ser no yahoo finance, entre outros, e mandamos calcular tudo por computador.

Já deu pra perceber que no mundo real, dificilmente vamos encontrar correlação perfeitas como 1, 0 ou -1.

A grande maioria dos ativos, quando vamos analisar uns com os outros, está entre esses números.

Sabendo disso, você pode aplicar nas fórmulas matemáticas e estatísticas as correlações, os retornos esperados e o peso de cada ativo, dentro da sua carteira.

Se você fizer isso, você vai ver que adicionar um ativo a sua carteira com alto desvio padrão, ou seja, alto risco, desde que ele seja descorrelacionado com os ativos que você já possui, acaba diminuindo o risco da carteira inteira, como um todo.

Isso acontece porque enquanto um ativo cai, se o outro ativo é descorrelacionado, ele pode subir aliviando a queda geral.

A fórmula matemática está ai na tela, e se você quiser estudar isso dai, fique a vontade, mas eu acho que, se você não é da área, você vai só perder seu tempo!

Quando não nos sentimos bem, vamos a um médico.

Quando o carro quebra, vamos a um mecânico.

Quando queremos melhorar nossa performance na academia, num personal trainer.

Eu aconselho que, quando você fizer investimentos, você encontre um especialista.

E Dê preferência pra um que saiba essas coisas.

Se você quiser conversar comigo ou com minha equipe, os links estão aqui na descrição do canal.

Forte abraço e ate o próximo video!

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