LIQUIDEZ, RETORNO E RISCO

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LIQUIDEZ, RETORNO E RISCO

Hoje vou falar de Liquidez, retorno e risco.

Bem vindos novamente ao INV+

Esse é o tripé máximo dos investimentos, qualquer investimento, empreitada ou até decisão sua pode ser pesada usando essa triangulação.

Apesar de ser um tripé, ou triangulo como alguns chamam, eu gosto de usar a ideia do Y.

Y porque apesar de elas se contrabalancearem eu acredito que tudo converge para o retorno. Fazemos tudo pelo retorno, claro, ponderado pelos outros fatores.

Qualquer ativo com retorno ZERO é dispensado, certo? Se não tem retorno nenhum, pra que investir?

Dentro dessa ideia é até simples entender que não há como termos altíssimos níveis de retorno com baixíssimo risco e alta liquidez.

Isso porque para uma empreitada dar retorno é necessário tempo e ou também uma carga de risco maior.

Se você faz um investimento, você tem que entender que esse dinheiro está de alguma maneira indo para o setor produtivo, criando empregos, melhorando serviços, possibilitando novas ideias e novos negócios.

Da uma olhada em nosso vídeo sobre renda fixa e renda variável!

Não importa se você investe em renda fixa ou em ações o dinheiro acaba indo para a produção real de riqueza.

1 - Na renda fixa, a partir do momento em que o banco põe as mãos no dinheiro ele empresta para alguém e mesmo que esse alguém não seja empresário, seja um consumidor que tomou cheque especial, por exemplo, esse dinheiro invariavelmente acabou indo para consumo, que por sua vez incentivou negócios.

2 - No mercado de ações, embora seja possível argumentar que após o IPO o dinheiro não vá para a empresa, o IPO só pode existir se existir uma liquidez posterior do ativo, do contrario não haveria riqueza, você seria sócio de algo para sempre sem nunca poder vender e desfrutar de qualquer riqueza.

O mecanismo do mercado secundário permite que a geração de valor seja mais rápida e eficiente e é (ou deveria ser) óbvio  que o comprador das ações vai monitorar a empresa para saber se ela vai superar as expectativas ou não.

Isso gera uma outra cadeia de valor porque a sociedade passa a acompanhar a empresa muito mais de perto.

Sabendo disso fica muito mais fácil entender o risco, a liquidez e o retorno.

Sempre que queremos um risco baixo, nosso dinheiro vai passar a ser aplicado em coisas mais garantidas, com menos agressividade, negócios mais sólidos ou menos arriscados. Negócios assim acabam tendo retornos mais baixos.

Também deve-se ponderar que se o risco é muito baixo, alguém está assumindo parte desse risco com você, pode ser o próprio banco onde você fez a renda fixa ou até mesmo o FGC que garante alguns investimentos.

Quando alguém assume os riscos junto com você, pode ser bom porque você corre menos riscos, mas esse alguém vai querer parte dos retornos também.

A mesma lógica aplica-se para a liquidez: algo muito liquido, ou seja, de disponibilidade muito acessível paga menos retorno porque não pode ser aplicado em negócios mais longos que podem dar mais retorno.

É por isso que o tripé, ou melhor, o Y: Risco, Liquidez e Retorno é tão importante.

Você deve sempre ponderar esses 3 para algo que se encaixe melhor no seu perfil.

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